
"Aprendi que dá para produzir comida boa cuidando da terra. O sistema agroflorestal mudou a minha roça e a minha renda."Agricultor familiar — Vale do Guaporé
A agroecologia se constrói com pessoas. Aqui reunimos depoimentos e histórias de agricultores, mulheres rurais e povos tradicionais que fazem o CTA acontecer.
Ao longo de 35 anos, o CTA aprendeu que os resultados mais consistentes vêm do protagonismo das famílias — em especial das mulheres, que historicamente assumiram o cuidado dos quintais produtivos e dos sistemas agroflorestais. Esta página é um espaço vivo, preparado para receber novas histórias do território.
Os relatos abaixo são ilustrativos da diversidade de sujeitos atendidos pelo CTA e serão substituídos por depoimentos reais coletados nos territórios. As fotografias ilustram atividades institucionais do CTA e não representam, necessariamente, as pessoas citadas.

"Aprendi que dá para produzir comida boa cuidando da terra. O sistema agroflorestal mudou a minha roça e a minha renda."Agricultor familiar — Vale do Guaporé

"O quintal produtivo trouxe alimento para a família e autonomia para nós, mulheres. Hoje a gente também decide e comercializa."Agricultora — Grande Cáceres

"Valorizar os frutos do Cerrado é valorizar o nosso modo de vida. A parceria fortaleceu a nossa cadeia produtiva."Liderança extrativista — Cerrado mato-grossense

"O respeito aos nossos saberes faz a diferença. Plantamos e aprendemos juntos, sem perder a nossa tradição."Representante indígena — Território de Mato Grosso

"Nossa produção chega à escola e à cidade. É reconhecimento da nossa história e do nosso trabalho."Comunidade quilombola — N. Sra. do Livramento

"A rota de comercialização aproximou quem produz de quem consome. Isso é comida de verdade chegando à mesa."Pescador artesanal — Pantanal
"Associar-se ao CTA é assumir um compromisso de vida com o desenvolvimento da agroecologia e o bem viver nos territórios."
— Princípio associativo do CTA